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	<title>Jornal Cash</title>
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	<description>Finanças Pessoais</description>
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		<title>Inclusão indevida no SPC gera indenização</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 20:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão indevida em cadastros de restrição ao crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Serasa]]></category>
		<category><![CDATA[SPC]]></category>

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		<description><![CDATA[A inclusão indevida em cadastros de restrição ao crédito, como o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e Serasa, pode render até R$ 10 mil ao consumidor prejudicado, de acordo com a tabela do STJ que fixa valores indenizatórios nos casos de reparação por danos morais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tabela do Superior Tribunal de Justiça fixa valores indenizatórios nos casos de reparação por danos morais para sanar distorções entre ações julgadas no país</strong></p>
<p>A inclusão indevida em cadastros de restrição ao crédito, como o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e Serasa, pode render até R$ 10 mil ao consumidor prejudicado, de acordo com a tabela do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que fixa valores indenizatórios nos casos de reparação por danos morais.</p>
<p>O painel com preços fixos, definido no ano passado, e que também inclui outras queixas comuns nos juizados, visa sanar distorções entre ações julgadas nos tribunais espalhados por todo o país. Explica-se: a tabela evita que um reclamante receba R$ 8 mil de indenização no Rio de Janeiro, enquanto a multa exigida em Minas Gerais, pelo mesmo motivo totalize R$ 50 mil, por exemplo, explicam fontes jurídicas ouvidas pelo <strong>Cash</strong>.</p>
<p>De acordo com o entendimento da Justiça, pacificado em várias ações comuns, a inscrição em cadastros de restrição ao crédito sem prévia comunicação é uma atitude abusiva e fere o direito do consumidor. A regra está prevista, inclusive, no artigo 43, parágrafo 2º, do CDC (Código de Defesa do Consumidor). A inclusão é proibida também nos casos em que a dívida esteja sendo discutida judicialmente.</p>
<p>Na Justiça, o ingresso de uma ação pode ser feito nos Juizados Especiais de Pequenas Causas, desde que o valor do prejuízo não ultrapasse 40 salários mínimos (atualmente em R$ 20.400). Do contrário, o problema deverá ser resolvido na Justiça tradicional, com a contratação de um advogado. Agora, se a soma da causa envolver até 20 salários mínimos (R$ 10.200), não é preciso contratar o profissional de direito.</p>
<p><strong>Dívida prescreve em 5 anos, mas não é perdoada</strong></p>
<p>O CDC, que regula a inclusão do nome de inadimplentes nos cadastros das empresas, prevê que a restrição deve sair  após cinco anos da inclusão, mesmo que a dívida não tenha sido paga. O prazo de prescrição é o tempo que o credor tem o direito de fazer a cobrança, mas vale ressaltar que não significa que a dívida foi perdoada. Mesmo depois da prescrição do valor em haver, o credor ainda pode reclamar a dívida na Justiça.</p>
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		<title>Operações de fusão exigem maior atenção</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 20:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[aposta em bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[onde investir]]></category>
		<category><![CDATA[TAM com a LAN Chile]]></category>

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		<description><![CDATA[Operações de fusão e aquisição, como a união da TAM com a LAN Chile, podem ter efeitos ao investidor, como perda de rentabilidade com uma eventual necessidade de diluição do volume negociado via emissão de novos papéis para arcar com a negociação; proteja-se]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com a melhora do cenário econômico, processo de consolidação tem ganho força entre grandes empresas, mas acionista também pode ser afetado ao longo da negociação</strong></p>
<p>Diversas operações de fusão e aquisição tem sido realizadas recentemente no mercado financeiro – a última envolve a união da TAM com a LAN Chile, sem contar as negociações do histórico recente, que formaram empresas como a Fíbria e o ItauUnibanco. No caso de empresas com capital aberto, os efeitos são ampliados para os investidores, que podem apresentar perda de rentabilidade com uma eventual necessidade de diluição do volume negociado via emissão de novos papéis para arcar com a negociação.</p>
<p>Por conta deste e de outros fatores, o acompanhamento deve ser feito de forma ainda mais próxima. “A pessoa deve ser íntima dos números e objetivos da companhia que ela investe. Quando você cria uma fusão ou compra, agrega-se um item que o investidor normalmente não conhece”, comenta Paulo Portinho, gerente-geral do INI (Instituto Nacional de Investidores). “Isso vai se manter, só que a nova empresa não é tão clara”.</p>
<p>Por isso, a primeira coisa a fazer é não ter pânico da operação – e ler do primeiro ao último fato relevante relacionado a negociação. Na visão de Ricardo Almeida, professor do PROCED/FIA (Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da Fundação Instituto de Administração), o investidor tem de “torcer para que o acionista majoritário não faça nada que afete o minoritário”. Para ele, “o ideal seria que o minoritário tivesse o poder de impor sua vontade e que a fusão e reestruturação não acontecesse. Por isso, a única maneira de evitar perdas é não concentrar investimentos em ações de uma única empresa”.</p>
<p><strong>Efeitos para o acionista</strong></p>
<p>Se o investidor estiver posicionado em uma empresa que foi alvo da aquisição, existe uma oferta que é normalmente feita ao controlador. Caso a companhia não tenha tag along (que garante 80% do valor oferecido para o investidor minoritário), os problemas podem ser grandes. “Evite se posicionar em empresas sem tag along. Se ela for comprada, não existe a obrigação do repasse para o investidor”, ressalta Portinho. No caso do tag along, o valor de repasse para o minoritário pode oscilar de 80% a 100%, conforme o patamar que a empresa está listada na bolsa de valores.</p>
<p>“Quando se fala em bolsa, fala-se para investir em empresas sólidas, mas se ela tem uma reestruturação não se sabe se é para o bem (alta das ações) ou mal (queda de preços)”, pontua Almeida. Desta forma, não basta apenas acompanhar os fundamentos macroeconômicos ou o desempenho financeiro de uma determinada companhia. “Tag along é o nome do jogo, porque assim o investidor pode se proteger de uma eventual compra agressiva”, ressalta o gerente do INI.</p>
<p><strong>A empresa foi comprada.E agora?</strong></p>
<p>Caso o investidor esteja posicionado em uma companhia que foi alvo de negociação, a primeira recomendação é: não entrar em pânico e se informar a respeito, com a leitura de todos os comunicados divulgados. “Obrigatoriamente, entre em contato com a área de relações com investidores, a corretora ou agente de investimentos”, comenta Paulo Portinho, do INI. “É interessante se manter na empresa resultante, uma vez que na maioria das vezes, negociações como essas geram alta de ações”.</p>
<p>Por exemplo: quando a Porto Seguro incorporou a carteira do Itaú Unibanco, foi preciso aumentar a carteira em 30% &#8211; o que gerou 30% a mais de ações para os investidores, diminuindo a participação. “O que essa empresa agregou de valor vale mais ou menos do que os 30% que foram incorporados em capital”, ressalta.<br />
Após o estudo detalhado da operação, entender a companhia e acreditar que o investimento é bom para o investimento mesmo com o aumento da quantidade de ações em circulação, pode-se concluir que a manutenção da posição é a medida mais adequada, neste caso.</p>
<p>Se o horizonte for de curto prazo, a filosofia muda por completo, com os agentes ficando alocados para tentar ganhar no momento – o que pode ser bastante imprevisível e não recomendável para quem vislumbra o longo prazo.</p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/Acompanhe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1931" title="Acompanhe" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/Acompanhe.jpg" alt="" width="600" height="445" /></a></p>
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		<title>Usados estão 3,75% mais baratos, mas juro sobe</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 20:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[carro usado]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[preço justo de carro]]></category>
		<category><![CDATA[queda de preços]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda como reflexo da redução do IPI, preço de veículos de segunda mão caiu 0,42% em julho, mas acumula queda de 3,75% em 12 meses. Porém, enquanto os preços apresentaram recuo, os juros para financiar a compra nos bancos subiram. Em julho, a taxa média exigida pelo financiamento alcançou 24% ao ano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ainda como reflexo da redução do IPI, preço de veículos de segunda mão caiu 0,42% em julho, mas acumula queda de 3,75% em 12 meses</strong></p>
<p>Os reflexos da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que proporcionou recorde de vendas de automóveis durante o ano passado, ainda podem beneficiar o consumidor. Em julho, o preço de venda de veículos novos registrou queda de 0,68%, enquanto que os valores praticados na comercialização dos modelos de segunda mão ficaram 0,42% mais baratos, de acordo com levantamento da agência AutoInforme.</p>
<p>Os preços cobrados tiveram alta em junho, mas voltaram a cair no mês imediatamente posterior. Em 12 meses, os valores dos veículos usados acumulam queda de 3,75%. A trajetória de queda se repete há dois anos.</p>
<p><strong>Juros</strong></p>
<p>Porém, o corte nos preços não deve ser considerado, isoladamente, como incentivo para a compra do carro, orientam especialistas. Relatório divulgado na última semana pelo Banco Central mostra que, enquanto os preços apresentaram recuo, os juros para financiar a compra nos bancos subiram. Em julho, a taxa média exigida pelo financiamento alcançou 24% ao ano – acréscimo de 0,4 ponto percentual em relação a junho.</p>
<p>A partir de março, os modelos novos sofreram impacto do aumento do IPI, cuja alíquota chegou a ser zerada em alguns casos. Houve aumento nos três meses seguintes. No acumulado do ano, a alta chega a 2,07%. Porém, agora em julho, o preço voltou a registrar queda. As maiores reduções partiram da Fiat, Toyota e Citroen. Já a Audi subiu os valores em 0,85% em julho &#8211; na tabela ao lado, acompanhe, por marca, as reduções nos preços dos carros usados.</p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/Carros.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1927" title="Carros" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/Carros.jpg" alt="" width="600" height="1439" /></a></p>
<p><strong>Serviço: como avaliar o preço justo</strong></p>
<p>O  impulso ao se deparar com o modelo dos sonhos deve ser controlado. Tudo porque o motorista pode acabar pagando por um preço muito mais alto do que, de fato, o carro valia. Para saber o preço justo praticado pelo mercado, o interessado deve consultar o site da FIPE &#8211; Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas &#8211; <strong><a href="http://www.fipe.org.br/web/index.asp">clique aqui</a></strong>.</p>
<p>Na página de entrada, é preciso clicar em “Índices” e, em seguida, em “Preço Médio de Veículo”, no canto esquerdo inferior da tela. O próximo passo é acessar o link “Carros e Utilitários Pequenos”, caso este seja o foco. Uma tabela será aberta onde devem ser preenchidos os campos marca, ano e modelo, conforme o desejado. É só clicar em pesquisar e o site informará a média de valor do carro.</p>
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		<title>Plano ideal de telefone fixo barateia conta em até 72%</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 20:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[compare preços]]></category>
		<category><![CDATA[conta de telefone]]></category>
		<category><![CDATA[economia ao telefone]]></category>
		<category><![CDATA[escolha o plano de telefone mais barato]]></category>
		<category><![CDATA[franquia de minutos]]></category>

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		<description><![CDATA[Economia é apontada quando comparadas as condições dos pacotes das maiores operadoras do país e considerando o mesmo número de ligações
A opção por um plano mais adequado de telefonia fixa pode proporcionar uma redução de até 72% na conta mensal. A economia é apontada quando comparadas as condições dos pacotes das maiores operadoras do país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Economia é apontada quando comparadas as condições dos pacotes das maiores operadoras do país e considerando o mesmo número de ligações</strong></p>
<p>A opção por um plano mais adequado de telefonia fixa pode proporcionar uma redução de até 72% na conta mensal. A economia é apontada quando comparadas as condições dos pacotes das maiores operadoras do país e considerando o mesmo número de ligações. Porém, as empresas dificultam muito o acesso a informação, o que acaba penalizando os usuários. A constatação faz parte de um levantamento do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), que concluiu que os assinantes são induzidos a contratar pacotes mais caros por falta de conhecimento.</p>
<p>Para apontar a melhor escolha e a qualidade das informações disponibilizadas pelas operadoras sobre preços, valor da franquia e demais detalhes de cada plano, a entidade consultou os canais de relacionamento da NET, GVT, Telefônica e Oi que, juntas, detêm quase 90% do mercado de telefonia fixa.</p>
<p>De acordo com a advogada da entidade, Estela Guerrini, que coordenou a pesquisa, foi possível sentir na pele as dificuldades que o consumidor enfrenta. “Para esclarecer dúvidas e até mesmo obter dados imprescindíveis, como os valores cobrados pelas ligações, foi preciso recorrer ao SAC [Serviço de Atendimento ao Consumidor], pois a maioria dos sites trazia informações incompletas ou confusas”, afirma.<br />
<strong><br />
Melhor escolha</strong></p>
<p>O plano se torna mais ou menos atraente de acordo com o perfil do usuário, o que denota que antes da escolha, é preciso definir as despesas com telefonia e o tempo consumido com chamadas para celular, DDD e local. A dica é calcular o gasto médio das seis últimas faturas.</p>
<p>No geral, segundo informa o Idec, os melhores planos são aqueles que oferecem franquia livre, ou seja, o valor da chamada é debitado da assinatura mínima mensal. A entidade cita o exemplo de um consumidor que usa 150 minutos em ligações locais para telefones fixos por mês, 50 para celular e outros 50 minutos para DDD, no horário reduzido.</p>
<p>Neste caso, a fatura do plano Controle (com franquia livre de R$ 29,90), da Telefônica, seria de R$ 51,15. No plano básico da mesma operadora sairia por R$ 88,10 pelo mesmo número de minutos – diferença de 72,23%. Na GVT o mesmo uso sairia por R$ 74,46, mas chega a R$ 79,90 na NET. Confira todos os valores e comparações, na íntegra, <a href="http://www.idec.org.br/imagens/revista/146-capa-03-gde.jpg" target="_blank"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Justiça impede reajuste de plano de saúde de idoso</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 20:04:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[como contestar aumento do plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[não aceite reajuste abusivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sentença proíbe reajuste por faixa etária até mesmo para usuários de planos antigos, aqueles adquiridos antes de 1999, conforme prevê Estatuto do Idoso
Usuários idosos de planos de saúde, os mais prejudicados pelos aumentos abusivos por parte das operadoras, devem procurar a Justiça quando o reajuste for por faixa etária, mesmo nos casos de contratos antigos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sentença proíbe reajuste por faixa etária até mesmo para usuários de planos antigos, aqueles adquiridos antes de 1999, conforme prevê Estatuto do Idoso</strong></p>
<p>Usuários idosos de planos de saúde, os mais prejudicados pelos aumentos abusivos por parte das operadoras, devem procurar a Justiça quando o reajuste for por faixa etária, mesmo nos casos de contratos antigos, ou seja, aqueles adquiridos antes de janeiro de 1999. Neste mês, a Justiça Federal de Belo Horizonte determinou que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) altere suas resoluções para que &#8220;nenhum idoso, em todo o país, tenha sua contra prestação nos planos de saúde aumentada apenas em razão de atingir a idade de 60 anos&#8221;.</p>
<p>A decisão, proferida pelo juiz da 20ª Vara Federal de Belo Horizonte, Lincoln Pinheiro Costa, obriga ainda a ANS a fazer ampla divulgação da sentença e exigir de todas as operadoras de planos de saúde no Brasil o cumprimento do Estatuto do Idoso. Procurada, a agência reguladora não se pronunciou até o fechamento desta edição.</p>
<p>Há um ano, o MPF (Ministério Público Federal) ajuizou ação civil pública contestando a legalidade da Resolução 63/03, da ANS, e Resolução06/08, do Conselho de Saúde Suplementar (órgão colegiado do Ministério da Saúde). Os documentos, ao definirem as regras para a variação de preço por faixa etária a serem seguidas pelos planos de saúde, teriam descumprido o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03).</p>
<p>A normativa proíbe a discriminação por meio da cobrança de valores diferenciados em razão da idade. As operadoras alegavam que essa regra somente se aplicaria aos contratos firmados depois de 2004, ano em que o Estatuto entrou em vigor. Porém, pelo entendimento do MPF, o Estatuto do Idoso “é uma norma de ordem pública e, por isso, deve retroagir, prevalecendo sobre qualquer contrato, independentemente de quando este foi firmado”. Abaixo, saiba como contestar o aumento por faixa etária.</p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/planos-de-saúde-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1917" title="planos-de-saúde 1" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/planos-de-saúde-1.jpg" alt="" width="600" height="809" /></a></p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/planos-de-saúde2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1916" title="planos-de-saúde2" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/planos-de-saúde2.jpg" alt="" width="610" height="125" /></a></p>
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		<title>Avalie, por banco, as novas taxas após alta dos juros</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 19:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[alta dos juros]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[quanto pagar por empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[taxas por banco]]></category>

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		<description><![CDATA[Bancos alteraram suas taxas do empréstimo pessoal para pessoas físicas pelo quarto mês consecutivo, informa pesquisa do Procon
As operações de crédito ficaram ainda mais caras ao consumidor na passagem de julho para agosto. No oitavo mês do ano, as taxas médias apresentaram a quarta alta consecutiva, refletindo o impacto da elevação da taxa básica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bancos alteraram suas taxas do empréstimo pessoal para pessoas físicas pelo quarto mês consecutivo, informa pesquisa do Procon</strong></p>
<p>As operações de crédito ficaram ainda mais caras ao consumidor na passagem de julho para agosto. No oitavo mês do ano, as taxas médias apresentaram a quarta alta consecutiva, refletindo o impacto da elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Os dados foram divulgados pela Fundação Procon de São Paulo, que comparou os juros praticados na primeira semana deste mês pelos maiores bancos de varejo do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú Unibanco, Real Santander e Safra.</p>
<p>Em agosto, os bancos alteraram a taxa média cobrada no empréstimo pessoal, que subiu para 5,44% ao mês, ante os 5,42% mensais exigidos no mês imediatamente anterior, o que significa um acréscimo de 0,02 ponto percentual.  Entre as instituições pesquisadas, apenas o Itaú-Unibanco e o Bradesco subiram os juros da modalidade. O primeiro banco passou a cobrar 5,98% ao mês no empréstimo pessoal, ante os 5,86% praticados em julho. Já o Bradesco, subiu sua taxa de 5,46% para 5,5% ao mês.</p>
<p>De acordo com os técnicos da entidade, “o único banco da amostra que diminuiu sua taxa de empréstimo pessoal foi o HSBC, que alterou de 4,87% para 4,81% ao mês”. O corte significa um decréscimo de 0,06 ponto percentual, representando uma variação negativa de 1,23% em relação à taxa de julho, revela o  levantamento.</p>
<p><strong>Cheque especial</strong></p>
<p>Uma das modalidades de crédito mais utilizadas pelos consumidores em todo o país, o crédito pré-aprovado do cheque especial também ficou mais salgado para aqueles que ultrapassam o prazo previsto livre de cobrança. Em agosto, os juros médios exigidos pelo empréstimo subiram de 9,06% para 9,10%. A elevação das taxas foi praticada por quatro instituições financeiras.</p>
<p>No cheque especial, o HSBC alterou seus juros de 9,36% para 9,51% mensais, enquanto que as taxas praticadas pelo Itaú/Unibanco subiram de 8,65% para 8,71% ao mês. As taxas também foram reajustadas pelo Banco do Brasil (de 7,75% para 7,79% ao mês) e Bradesco (de 8,36% para 8,40% mensais). As demais instituições mantiveram suas taxas.</p>
<p><strong>Recomendação</strong></p>
<p>De acordo com o Procon, “o consumidor deve pesquisar as diversas modalidades de crédito e tentar adequar às suas necessidades e ao seu orçamento”. Os analistas explicam que as taxas de juros de empréstimo pessoal costumam ser maiores para prazos de financiamento mais longos.</p>
<p>“Quem costuma utilizar o cheque especial deve ficar atento, pois, além dos juros altos, ao utilizar o limite de crédito, o consumidor paga o IOF [Imposto sobre Operações Financeiras]”, orienta.   Ao lado, confira todos os resultados  por banco.</p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/bancos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1912" title="bancos" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/bancos.jpg" alt="" width="600" height="1128" /></a></p>
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		<title>Financiamento de carro sai até 38% mais caro; compare</title>
		<link>http://www.jornalcash.com.br/?p=1909</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 19:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consórcio]]></category>
		<category><![CDATA[consórcio de carro]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[simule a compra do carro]]></category>
		<category><![CDATA[taxas para a compra do carro]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumidor pode economizar até 38% caso decida comprar o automóvel pelo sistema de consórcio, ao invés de optar pelo financiamento tradicional nos bancos. A diferença foi constatada pelos economistas da Agência Dinheiro Vivo ao simularem a aquisição de um carro no valor de R$ 28 mil com base nas condições previstas nas duas modalidades; pelo consórcio, não há cobrança de IOF; compare]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Economia foi constatada ao comparar a compra de automóvel no valor de R$ 28 mil pelos dois sistemas; pelo consórcio, não há cobrança de IOF</strong></p>
<p>O consumidor pode economizar até 38% caso decida comprar o automóvel pelo sistema de consórcio, ao invés de optar pelo financiamento tradicional nos bancos. A economia foi constatada pelos economistas da Agência Dinheiro Vivo ao simularem a aquisição de um carro no valor de R$ 28 mil com base nas condições previstas nas duas modalidades.</p>
<p>O sistema de consórcio não é um crédito e sim uma maneira de pagar por um bem antes de receber o que comprou. Com sorte (sorteio ou lance), é possível receber a compra antes de quitar boa parte dela. No entanto, é preciso avaliar o poder aquisitivo para não ter que esperar anos para receber o dinheiro de volta em caso de desistência.</p>
<p>Para entrar em um grupo de consórcio, o consumidor deve questionar quanto pode comprometer de seu orçamento. Outra dica é o risco de perder renda ao longo dos anos. O consumidor também deve se precaver contra possíveis aumentos ao longo de sua participação no grupo. Checar a idoneidade da empresa também é essencial &#8211; saiba como no quadro ao lado.</p>
<p><strong>Simulação</strong></p>
<p>Pela simulação encomendada pelo Cash, o motorista que optar por aderir a um consórcio de um carro no valor de R$ 28 mil vai pagar uma parcela de R$ 569,30 durante 60 meses. A mensalidade inclui taxa de administração, remuneração do fundo reserva (para os casos de inadimplência), o seguro prestamista (que quita o financiamento em caso de morte), além da amortização dos juros. No total, o valor final do veículo sairia por R$ 34.157,90.</p>
<p>Os bancos cobram caro daqueles que querem receber o bem imediatamente. Além das taxas de juros serem mais altas, há ainda a cobrança do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras). Considerando os mesmos 60 meses e o valor de R$ 28 mil, a mensalidade pelo financiamento seria de R$ 786,02. Ao término do contrato, o mesmo automóvel terá saído por R$ 47.161,14 –  a diferença ultrapassa os R$ 13 mil.</p>
<p>Para os cálculos, foram considerados as taxas médias praticadas pelo mercado, informadas pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e pelo Banco Central. Nas tabelas abaixo, confira mais detalhes de ambas as modalidades.</p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/consorcio2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1907" title="consorcio2" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/consorcio2.jpg" alt="" width="600" height="421" /></a><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/consorcio1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1908" title="consorcio1" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/consorcio1.jpg" alt="" width="610" height="430" /></a></p>
<p><strong>Como consultar a idoneidade </strong></p>
<p>Antes de decidir a contratação do consórcio, é recomendável consultar a idoneidade da empresa. A consulta pode ser feita no site do Banco Central (<a href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank"><strong>clique aqui</strong></a>). Na tela inicial clica-se em “Sistema Financeiro Nacional” e, em seguida, é preciso acessar o link “Consórcio Administradoras”.</p>
<p>Na terceira tela, clica-se em “Situação de cada Empresa Administradora de Consórcio com grupos em andamento”. O site vai listar o nome de todas as empresas participantes, com autorização para atuar no segmento. O serviço também pode ser consultado pelo telefone: <strong>0800 9792345</strong>. A ABAC também esclarece dúvidas pelo <strong>(011) 3231-5022</strong>.</p>
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		<title>Setor bancário mantém bom desempenho no semestre</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[ações em bolsa do Setor bancário]]></category>
		<category><![CDATA[onde aplicar seu dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[papéis do setor bancário]]></category>
		<category><![CDATA[renda variável]]></category>
		<category><![CDATA[valorização de ativos]]></category>

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		<description><![CDATA[Da mesma forma que ocorreu em outros períodos, setor bancário segue apresentando bons resultados financeiros. Impulsionado pela recuperação da economia, ações com maior desconto podem se converter em uma ótima alternativa de investimento; acompanhe as dicas dos especialistas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entre papéis do setor, destaque para as ações do Itaú Unibanco, que operam com desconto ante seus pares</strong></p>
<p>O setor bancário manteve a rotina de bons resultados, e isso se refletiu nas ações em bolsa de valores, embora algumas instituições operem com desconto ante seus pares – o que pode abrir uma brecha de compra para quem deseja investir. O primeiro banco a divulgar seu resultado foi o Bradesco, cujo lucro de R$ 2,5 bilhões no trimestre ficou dentro do esperado, assim como o Santander.</p>
<p>Contudo, o Itaú Unibanco atingiu níveis recordes e chegou a R$ 3,2 bilhões, marcando um crescimento forte no trimestre e no semestre, quando chegou a registrar o maior lucro da história do setor segundo a consultoria Economática (R$ 6,399 bilhões – veja outros detalhes no box). “Comparado com 2009, o dado será forte porque a base de comparação é fraca – neste caso, o avanço chegou a 40%”, diz Pedro Galdi, analista-chefe da SLW Corretora. “Fatores como o cenário do mercado, PIB em crescimento e Copa do Mundo afetaram o desempenho – tudo o que gira em torno do financiamento. O mês de julho foi meio fraco, mas existem sinais de melhora na atividade, vide venda de automóveis”.</p>
<p><strong>Desconto de ação</strong></p>
<p>Em termos de ação, os papéis do Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) caminham praticamente juntas, e existem alguns momentos em que existe distorção. “São papéis tradicionais e relacionados a consumo, e em alguns momentos essas distorções chamam a atenção”. No caso do Itaú, a ação do banco sempre foi mais forte em relação aos papéis do Unibanco, e pode haver uma migração até o processo ser finalizado e consolidado.</p>
<p>“Em termos de empresa, a fusão aproximou muito mais o Itaú do Bradesco, porque eles estão buscando as classes mais baixas – o mesmo modelo adotado pelo Bradesco”. O quadro deve ser mais acirrado com o fim do processo entre Real e Santander, embora seu foco venha a ficar concentrado na classe média e média alta. Tal briga deve afetar o desempenho das ações nos próximos meses.</p>
<p>Para Galdi, a expectativa é que os bancos terão um resultado recorde neste ano, mediante uma melhora considerável no terceiro trimestre – “com o PIB crescendo em torno de 7%, vai ter um crescimento grande na parte de crédito. Até então, os bancos ganham com juros, e existe a parte do financiamento imobiliário, com todas as instituições trabalhando com expectativa de captação. Com o crescimento da economia, todo mundo volta a tomar dinheiro, seja para investir ou para consumo, dado a maior geração de empregos”.</p>
<p><strong>Itaú fecha trimestre com lucro 36,9% maior ante 2009</strong></p>
<p>No segundo trimestre, o Itaú Unibanco apresentou um lucro líquido contábil de R$ 3,165 bilhões, 36,9% acima do apresentado no mesmo período do ano passado. O resultado recorrente &#8211; que não considera efeitos extraordinários &#8211; foi de R$ 3,298 bilhões, correspondendo a um crescimento de 4,1% em relação ao resultado do trimestre anterior.<br />
No primeiro semestre, o lucro líquido chegou a R$ 6,399 bilhões, com rentabilidade anualizada de 24,2% sobre o patrimônio líquido médio.</p>
<p>A carteira de crédito do banco chegou a R$ 296,2 bilhões, resultado 11,4% acima do visto no mesmo período de 2009. Já os empréstimos com recursos livres &#8211; que não levam em conta os valores direcionados, crédito imobiliário e rural &#8211; para pessoa física atingiram R$ 107,2 bilhões, alta de 12,8% no comparativo com o segundo trimestre do ano passado. Os destaques do setor ficaram com o avanço de 21,9% nos financiamentos em cartão de crédito (para R$ 29,6 bilhões) e para a carteira de veículos, com alta de 11,2%, chegando a R$ 55,1 bilhões.</p>
<p>Já os empréstimos para as companhias chegaram a R$ 160,6 bilhões, elevação de 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado, com destaque para o avanço de 26,3% no segmento de micro, pequenas e médias empresas (R$ 68,6 bilhões). O financiamento imobiliário, com carteira de R$ 10,5 bilhões, acelerou 47,7% frente ao segundo trimestre do ano passado.</p>
<p>A despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa do segundo trimestre de 2010 atingiu R$ 4,019 bilhões, com aumento de R$ 153 milhões ante o primeiro trimestre do ano devido a expansão do saldo da carteira de crédito. A melhora da economia reduziu a inadimplência para 4,6% da carteira de crédito.</p>
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		<title>Combustível batizado encarece manutenção</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível batizado]]></category>
		<category><![CDATA[onde reclamar]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria nas bombas]]></category>
		<category><![CDATA[teste de proveta]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma mesma região, preços muito aquém dos praticados pelo mercado podem significar que o produto possa ter sido batizado, o que encare gastos com manutenção; especialistas apontam problemas e suas respectivas soluções, além dos canais para se defender]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Preço do litro muito abaixo do praticado pelo mercado atrai cada vez mais motoristas; especialistas indicam como fugir da armadilha</strong></p>
<p>O ditado “o barato sai caro” cai como uma luva no que diz respeito aos combustíveis adulterados. Em uma mesma região, preços muito aquém dos praticados pelo mercado podem significar que o produto possa ter sido batizado.<br />
Para tirar vantagens econômicas, alguns postos incluem substâncias irregulares, muitas delas até mesmo encontradas na composição original, como água, álcool ou solventes, mas que, quando em excesso, podem trazer sérios danos ao automóvel.</p>
<p>E é aí que a diferença no preço do litro do combustível, de até R$ 0,40 menos, pode se converter em gastos exorbitantes nas oficinas mecânicas. De acordo com a Anfavea, os prejuízos causados pela adulteração, apenas para os veículos ainda com garantia de fábrica, supera US$ 50 milhões por ano.</p>
<p>Por emergência, um motorista de São Paulo, que prefere não ser identificado, abasteceu seu Senic no primeiro posto que encontrou. Economizou R$ 0,40 por litro de gasolina adquirida.  “No dia seguinte o carro engasgava sempre. Percebi também oscilações na marcha lenta. Precisei trocar o regulador de combustão e o custo total foi de R$ 980”.<br />
Além disso, o uso de combustível adulterado pode causar redução no desempenho e rendimento do motor; deterioração no sistema de injeção eletrônica, entre outros danos (veja abaixo).</p>
<p><strong>Defenda-se</strong></p>
<p>Nos postos, o consumidor tem direito de pedir a realização do “teste de proveta” com o intuito de comprovar a qualidade do combustível. Para a gasolina, o índice máximo de álcool permitido é de 25%. Em um tubo de ensaio se colocam partes iguais de álcool e água destilada, que são agitadas. A diferença superior do nível de 50 mililitros revela se a gasolina é ou não batizada.</p>
<p>Já no caso do álcool, o percentual de água não pode ultrapassar os 6%. O consumidor pode verificar o índice por um aparelho, que fica junto à bomba. O nível do combustível não pode passar da linha vermelha. O teste pode ser feito manualmente.</p>
<p>A probabilidade de adquirir um produto batizado é tão alta que a ANP (Agência Nacional de Petróleo) criou um serviço específico para denúncias de vítimas. <a href="http://www.anp.gov.br/?id=588"><strong>Através do site</strong></a>, o consumidor poderá registrar suas reclamações. Os estabelecimentos citados serão investigados e, comprovadas as irregularidades, estarão sujeitos a multas.</p>
<p><strong>Conheça os problemas e suas soluções</strong></p>
<p>Uma série de danos é causada ao motor do carro que utiliza combustível adulterado. Segundo a ANP, as mais comuns são:</p>
<p>- Falhas no funcionamento do motor;<br />
- Instabilidade da marcha lenta;<br />
- Partidas mais difíceis;<br />
- Motor “bate pino” (sinal de pré-ignição);<br />
- Motor engasga e chega a parar;<br />
- Perda gradativa da potência e do torque;<br />
- Desempenho e rendimento diminuem;<br />
- Maior emissão de poluentes;<br />
- Elevação do consumo;<br />
- Borrachas do sistema de alimentação se desmancham;<br />
- Aumento do depósito de carvão nas válvulas e velas.</p>
<p><strong>Como resolver:</strong></p>
<p>-Limpar o carburador ou bicos injetores de combustível;<br />
- Escoar o combustível adulterado ou limpar o tanque;<br />
- Substituir as mangueiras e conexões de alimentação;<br />
- Trocar todos os filtros de combustível.</p>
<p><strong>Como evitar:</strong></p>
<p>- Nota fiscal é garantia ao reclamar, exija-a;<br />
- Na impossibilidade de abastecer no posto de costume, utilize outro da mesma marca. Veja ainda se a marca da bomba corresponde à da distribuidora que abastece o estabelecimento.</p>
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		<title>Juro ao consumidor atinge menor patamar desde abril</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seu Bolso]]></category>
		<category><![CDATA[anefac]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Juro ao consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[quanto pagar por empréstimos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os juros médios cobrados nas operações de crédito ao consumidor surpreenderam em julho, ao atingirem o menor patamar verificado desde abril deste ano. O corte foi de 0,05 ponto porcentual, de acordo com pesquisa da Anefac; veja todas as novas taxas por modalidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Taxa média praticada para pessoa física caiu 0,5 porcentual em julho &#8211; a menor verificada desde abril de 2010, indica pesquisa junto a bancos e financeiras</strong></p>
<p>Apesar da trajetória de alta da Selic, atualmente em 10,75% ao ano, os juros médios praticados para pessoas físicas surpreenderam em julho, registrando queda de 0,05 ponto porcentual. No sétimo mês do ano, a taxa média ficou em 6,85% &#8211; a menor verificada desde abril deste ano, quando cravou 6,82%. Em junho, bancos e financeiras cobravam 6,90% nas operações de crédito ao consumidor. Embora positivo, o corte não deve ser considerado como incentivo para a tomada de empréstimo, alertam especialistas.</p>
<p>De acordo com dados divulgados pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) na última semana, a redução dos juros pode ser a atribuída ao momento positivo pelo qual atravessa a economia brasileira.</p>
<p><strong>Motivos</strong></p>
<p>A entidade explica ainda que a constatação de juros mais baratos também se deve à normalização do mercado externo após período de grande turbulência provocado pela crise nos países europeus (Grécia, Portugal e Espanha). A volta do crescimento econômico no mercado internacional também contribuiu para o resultado.</p>
<p>Adicionalmente, a pesquisa mensal de juros apurada pela associação junto aos maiores bancos de varejo e demais instituições financeiras do país, indica que a redução dos índices de inadimplência e uma competição mais acirrada no sistema financeiro brasileiro contribuíram para que os juros praticados ao consumidor tenham sido reduzidos, mesmo com os recentes ajustes na Selic.</p>
<p>Na comparação com a taxa média apresentada no mesmo período do ano passado, houve recuo de 36 pontos-base (0,36 ponto percentual), uma vez que, em julho daquele ano, os juros médios cobrados eram de 7,21% ao mês.</p>
<p>Conforme aponta o levantamento, na passagem de janeiro para julho deste ano, a taxa básica de juros da economia, a Selic, subiu 2 pontos-base (0,02 pontos percentuais), passando, no período, de 8,75% para 10,75% ao ano.</p>
<p>Em contrapartida, no mesmo intervalo de tempo, os juros cobrados ao consumidor apresentaram recuo de 50 pontos-base (0,50 p.p.), passando de 121,96% ao ano para 121,46% anuais, afirma a entidade.</p>
<p><strong>Apenas o cartão ficou estável</strong></p>
<p>Entre junho e junho deste ano, apenas a taxa média praticada pelo cartão de crédito manteve-se inalterada. Todas as demais linhas de crédito acompanhadas pelos técnicos da Anefac sofreram cortes nos juros.<br />
Na comparação com julho do ano passado, com exceção do cartão de crédito, que apresentou alta de 1 ponto-base (0,01 ponto percentual), e do cheque especial, com elevação de 3 pontos-base (0,03 ponto percentual), as demais modalidades registraram queda.</p>
<p>De acordo com o economista Miguel Ribeiro de Oliveira, responsável pela pesquisa, a expectativa é que 2010 seja “extremamente positivo para o crédito &#8211; que deve atingir volume correspondente a 50% do PIB”. Para o economista, é provável que as reduções nas taxas para pessoa física e jurídica ocorram em patamares superiores às quedas da Selic devido, entre outros fatores, à melhora do ambiente econômico com menor risco de inadimplência,  maior competição do sistema financeiro e às ações do governo para a redução do spread bancário, como reduções do compulsório e da cunha fiscal.</p>
<p>Acompanhe na tabela abaixo os juros médios cobrados em junho e julho deste ano nas seis modalidades de financiamento para consumidores verificadas pela Anefac, além da variação em pontos-base.</p>
<p><a href="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/Tabela-pg-4-baixa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1898" title="Tabela-pg-4-baixa" src="http://www.jornalcash.com.br/wp-content/myimages/2008/08/2010/08/Tabela-pg-4-baixa.jpg" alt="" width="600" height="241" /></a></p>
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